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dijous, 19 de gener del 2012

Manifestação ''Fraga Iribarne foi um fascista''

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Cartaz da manifestação ''Fraga Iribarne foi um fascista''

Sábado dia 21 de janeiro em Compostela terá lugar a manifestação "Fraga Iribarne foi um fascista" com saída da Alameda ao meio-dia. A manifestação está convocada por várias organizações soberanistas galegas como OLN, MpB, Ceivar, AMI, Ames na Esquerda, Candidatura do Povo, a Casa do Vento e o Centro Social Arredista, que manifestaram a sua disposição para a incorporação de mais coletivos.

Reproduz-se a seguir o manifesto que acompanha a convocatória:

Contra a tergiversação da nossa história

Fraga Iribarne foi um fascista

A Transição foi uma fraude contra o povo galego

A morte de Manuel Fraga Iribarne desatou umha operação de tergiversação histórica de dimensões monumentais. Por obra e graça de meios, partidos constitucionalistas e opinólogos, o máximo responsável da repressão em 1962-1969 e logo, em 1976, o assinante de execuções sumárias, o responsável político de assasinatos e arquitecto da fraude que para a maioria social galega foi a "Transição Democrática", aparece de súbito como um velho entranhável, um tanto brusco, mas, a fim de contas, "comprometido com a Galiza" e "lutador pela democracia". O engano histórico que consuma nestes dias é colosal e merece ser respondido nas ruas da Galiza.

O relato manipulado da história recente oculta, no entanto, que Fraga Iribarne morreu considerando que o Genocídio iniciado em 1936 fora "necessário" e que nunca respondeu pelas suas atividades e crimes à fronte do "Ministerio de Información" do fascismo. Oculta e manipula, também, que desde a sua responsabilidade como presidente da "Xunta de Galicia", submeteu o nosso País à destruição de todos os seus setores produtivos estratégicos, cumprindo as ordens de Madrid como bom "servidor de Espanha" que foi, produzindo desemprego, emigração e miséria para miles de galegas e galegos. O relato oficial silencia também que minorizou com grande sucesso a presença social da nossa língua, à vez que fazia gala de um galeguismo folclorista e que construiu um entramado de poder caciquil, institucional e empresarial confrontado com os direitos e necessidades da maioria social dos galegos e das galegas.

Por que todos repetem o mesmo?

A unanimidade do arco político e mediático que sustenta o Estado espanhol sobre Fraga Iribarne tem uma explicação lógica: o ex ministro fascista foi um dos desenhadores e executores de um dos experimentos de engenharia social mais exitosos dos últimos tempos: a Transiçãoespanhola. Sintetizando em extremo, esta operação permitiu passar de uma ditadura criminal a um regime formalmemte democrático sem remover os pilares fundamentais do sistema que se impunha a lume e fogo em 1936 e permitindo que criminosos como Fraga Iribarne ou Martín Villa se tornassem "democratas" sem assumirem as suas responsabilidades penais.

A Transição foi uma fraude contra o povo galego: manteve a dependência histórica, furtou o exercício do direito de autodeterminação e impus um regime autonómico gerido pelos mesmos que, anos antes, inçaram a Galiza de passeados, presos e torturadas. Os mesmos cães de sempre, agora, com outros coleiras, seriam os que construíssem esta suposta democracia.

dimarts, 17 de gener del 2012

Els assassinats de 3 de març de 1976 van tenir com a responsable màxim el ministre franquista Manuel Fraga Iribarne

Els assassinats de 3 de març de 1976 a Gasteiz (País Basc) van tenir com a responsable màxim el ministre franquista Manuel Fraga Iribarne. Ha mort, per tant, sense pagar pels seus crims. Això sí, que descanse per sempre.

Os assassinatos de 3 de março de 1976 em Gasteiz (País Basco) tiveram como responsável máximo o ministro franquista Manuel Fraga Iribarne. Morreu, portanto, sem pagar pelos seus crimes. Isso sim, que descanse para sempre.




"Assassins de raons, assassins de vides.
Que mai no tingueu repòs en cap dels vostres dies
i que en la mort us persegueixin les nostres memòries''

LLUÍS LLACH,
Campanades a mort.

''Assassinos de razões, assassinos de vidas.
Que nunca podais descansar em nenhum dos vossos dias
e que na morte vos persigam as nossas memórias''

LLUÍS LLACH,
Campanades a mort.


(En Català i Castellà. Versió subtitulada en Castellà)
(Em Catalão e Castelhano. Versão legendada em Castelhano)
Direcció /Direção: Lluís Danés.
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